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Arcoverde,20/04/2024

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Herança do Governo Madalena: Residencial Maria de Fátima Freire continua sofrendo com problemas estruturais, apesar das medidas paliativas

Falta de fiscalização é herança do Governo Madalena Brito. Governo LW tem feito ações paliativas, mas não resolveu problemas estruturais

PEonline
Herança do Governo Madalena: Residencial Maria de Fátima Freire continua sofrendo com problemas estruturais, apesar das medidas paliativas Divulgação



Nesta segunda, 01/04/24, na Câmara de Arcoverde, além do inesperado pedido de cassação da vereadora Luíza Margarida, os olhos se voltaram para o Residencial Mª de Fátima Freire. Na ocasião, o popular Rosinaldo Manoel Veras, conhecido como Já Morreu, fez uso da Tribuna Popular, sob o olhar atento de um plenário lotado de moradores do Residencial e do Anchieta Dalí. Rosinaldo disse que o Residencial é um verdadeiro oásis: tem cultura, médicos 24 horas, práticas esportivas e atenção redobrada do Poder Executivo. Fez referência às ações dos Projetos Músicos do Futuro e Ler Bem, citou a existência de equipes de limpeza, de caminhões pipa que distribuem água, ambulância própria e instalação futura de cozinha comunitária. Tanto é que as pessoas estão deixando suas casas para morar no referido Residencial.  A versão dos fatos destoou de situações corriqueiramente apresentadas na Câmara, que semanalmente leva à Tribuna, os graves problemas de falta de iluminação, insegurança, saneamento e outras coisas mais. 


 





Idealizado em 2013 e inaugurado em setembro de 2017, o residencial é pauta de constantes denúncias. Desde a sua inauguração, os problemas apontados são reflexos da omissão do Governo Madalena Britto, que deveria ter fiscalizado a obra e não o fez. Um verdadeiro jogo de empurra empurra, falta de ação da Secretaria de Assistência Social, da própria prefeitura, do Banco do Brasil e, principalmente da empresa construtora da obra, que ficam jogando os problemas uma pra cima das outras.


Quem melhor resumiu o problema que se estende há oito anos foi o jornalista Paulo Edson, da Folha das Cidades e que hoje integra a equipe de marketing da ex-prefeita Madalena Britto, que sonha retornar à prefeitura. Para ele, em 06/06/2018, o Residencial Maria de Fátima Freire, no Governo Madalena “se apresenta como o maior erro de planejamento e visão administrativa e para piorar, mal feito e inacabado, frustrando os sonhos de quase mil famílias que deixaram seus antigos lares, alugados em grande maioria, seus vizinhos, amigos, na esperança de uma nova vida, da realização do sonho da casa própria, de um lugar para chamar de seu. Hoje, se transformou em um caldeirão de problemas: falta de segurança, falta de escola, posto de saúde, creche, transporte, iluminação, energia caríssima, saneamento precário, exploração de serviços de segurança por grupos políticos, etc, etc. Porque faltou planejamento, visão? Simplesmente porque se criou do dia para a noite um bairro, quase do tamanho de uma cidade paraibana, como São Sebastião do Umbuzeiro que tem 4 mil habitantes, e esqueceu-se de que a prefeitura continuava a mesma, do mesmo tamanho, com os mesmos serviços, já no limite de sua operacionalização. A visão que tiveram, com certeza, foi mas eleitoral, afinal concretizar o sonho de mil famílias, ou cerca de 4 mil pessoas, não poderia ter nada melhor quando se olha mais para a urna do que para o futuro planejado de uma cidade.” disparou.

Medidas paliativas - Sob o patrocínio da prefeitura de Arcoverde, algumas ações são realizadas no bairro abandonado pelo Poder Público. As ações vão desde corte de cabelo, serviços de manicure e pedicure, bingo, torneio de futebol e distribuição de água. Segundo informações, um carro é agregado por R$ 6.000,00 por mês e o outro é emprestado. A prefeitura cede a água e a gasolina. Enquanto as medidas paliativas ocupam as atenções dos residentes, diminui a pressão sob governo, que fica livre da cobrança por saneamento, iluminação, conserto de galerias, recolhimento de lixo, ações estruturadoras e projetos de capacitação. Até um laboratório de informática, supostamente conquistado para aquela população, nunca foi implantado. Alguns chamam as medidas paliativas de avanço. Outras, de política de pão e circo. O adjetivo certo dependerá da plumagem partidária do leitor | eleitor. 







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